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“Nossa, essa festa vai ser um saco... já estou sentindo”, a introvertida que vive dentro de mim estava gritando, eu odeio e amo festas, odeio ir, mas amo ficar.

“Você poderia ser menos pessimista e curtir a situação. Moço, você poderia colocar uma música legal pra gente, para ela se animar” falou Gabi aos risos de uma forma educada, ao Uber que nos levava ao local do evento. Ele coloca e nos animamos mais. Eu ainda estava com as minhas ansiedades e preocupações mas estava quieta.

Esta festa era em uma casa recém-reformada de um amigo arquiteto de Gabi, eu como uma amante de arte e arquitetura estava muito empolgada para ver a decoração, imagino que tenha arte em todo canto, ele era um grande entusiasta de arte brasileira, pelo o que ela tinha me contado, não nos conhecíamos.

Na verdade, não sabia muito sobre, nem quem ia estar na festa, nem o estilo das pessoas que estariam lá, nem a cara do anfitrião. Talvez parte da minha ansiedade era essa, me enfiar nesse desconhecido. Mas como minha psicóloga sempre diz, boas histórias não se criam em casa, assistindo Netflix.

“Chegamos!” Anunciou Gabi, animada. Respirei fundo e sai do Uber.

A casa, realmente era motivo de comemoração, extremamente bonita e bem decorada, dava para perceber que o dono era bem detalhista. Gabi me chamou para me apresentar a ele. Chamava André.

“Luiza, este é o André. André, esta é a Luiza.”

“Oi” tentei me comunicar com André, a beleza dele era extremamente intimidadora, e infelizmente eu tenho esse traço na minha personalidade que me deixa completamente nervosa perto de pessoas bonitas demais. Em contraste, ele parecia estar muito confortável, já chegou me abraçando fazendo perguntas, oferendo um tour da casa.

Eu aceitei, ele me apresentou os ambientes e contou que foi através de um “mochilão” pelo Brasil que ele foi encontrando as pinturas e esculturas que compunham seu acervo artístico. Ele tinha um gosto impecável para arte e aparentemente para música também pois na área externa ouvia-se um músico tocando bossa nova para os convidados.

A festa estava muito melhor do que eu esperava, com uma vibe indescritível. Passei um bom tempo conversando com André, ele era uma pessoa muito culta e viajada, me contou dos lugares onde visitou e as pessoas que conheceu. A cada palavra que saia da boca de André mais eu queria beijá-la. Nossa conexão era explícita, quase pornográfica.

Estava pegando uma taça de espumante quando eu sinto a mão de André na minha cintura, chegou bem perto do meu ouvido e perguntou se eu estava gostando da festa.

“Demais, está incrível. Sua casa é muito linda.” respondi mordendo o lábio, com uma voz um pouco mais pausada. Ele passou a mão pelas minhas costas, tirou o cabelo do meu rosto e falou: “Acho que não te mostrei a garagem na tour né...” ele falou dando um sorrisinho de canto, que deixaram óbvias suas intenções. Prontamente respondi: “Realmente, você não me mostrou. Vamos?” Falei assertivamente.

Ele segurou na minha mão e foi me guiando em direção à sua garagem. Ele imediatamente ascendeu as luzes do fundo, fechou a porta e trancou. Ouvir a porta trancando era a preliminar que eu precisava, senti subir aquela adrenalina gostosa pré-sexo.

Nem olhei a garagem direito e nós já começamos a nos beijar, e era um beijo lascivo, intenso, como se eu nunca tivesse beijado na vida e ele estivesse me apresentando a um mundo completamente novo. O beijo foi ficando cada vez mais quente e as mãos corriam um pelo corpo do outro. Arranquei sua blusa enquanto ele desabotoava sua calça.

O arquiteto me pressionou contra a parede, enquanto uma mão segurava meu cabelo a outra afastava minhas pernas, deslizando a mão pela minha vulva, ainda de calcinha. “Que delicia, você já está toda molhada”. Minha resposta foi puxar o cabelo dele para trás e começar a beijar e lamber seu pescoço. Beijava seu peito e desci aos beijos até me ajoelhar e tirar seu pênis para fora. Fui lambendo cada veia saltada, cada detalhe. Cuspindo e lambuzando, me deliciando, passando a língua pela glande, escutando ele soltar grunhidos baixos de prazer.

Fui levantada e apoiada em cima do carro mais próximo, sentada no capô, ele começou a sentir minha buceta molhada com a ponta dos dedos, sem desgrudar os lábios dos meus. Foi fazendo um caminho de beijos, até começar a me lamber, pressionava a língua por toda parte, fazia pequenos círculos e alternava a intensidade no meu clítoris.

Eu estava encharcada e cheia de tesão, só queria que ele metesse dentro de mim e felizmente nem precisei pedir, logo ele colocou uma camisinha e me virou, ainda em cima do capô do carro e começou a me penetrar. Enfiava seu pau dentro de mim, quanto segurava minha cintura forte, suas mãos grandes e brutas que davam firmeza no meu quadril fazendo com que ele metesse mais rápido. Até que ele me pegou de surpresa enfiando sua mão em meus cabelos e puxando minha cabeça para trás. Ele estava me levando a loucura, eu estava implorando por mais.

A medida na qual foi ficando mais intenso, fomos para o chão e ele começou a meter por cima enquanto segurava meu pescoço, pressionando as laterais. Eu já estava anestesiada de prazer, não estava aguentando mais, estava explodindo. Gozei bem gostoso. Ele meteu mais algumas vezes e gozou também.

Ficamos por um momento deitados um ao lado do outro no piso gelado de sua garagem contemplando aquele momento único. Quantas vezes eu poderia pensar que eu iria para uma festa sem querer muito e acabar tendo uma das melhores transas da minha vida.

 
Escrito por Valentina Squadroni

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