Fantasias Carnavalescas

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Fantasias Carnavalescas

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Contos Eróticos

Fantasias Carnavalescas

A melhor época do ano para o carioca, e talvez para quase todo brasileiro, é o Carnaval né. Afinal, o ano só começa depois dele. E nada melhor que começar o ano experimentando coisas novas e nos desafiando. E Carnaval talvez seja a melhor época pra isso sexualmente. Nele, acontecem grandes loucuras, muitas sexuais. E eu fiz uma dessas esse ano.

Estávamos num bloco pelas ruas de Botafogo quando avistei uma viatura com dois policiais. Um deles era forte,  alto, devia ter quase 1,90m, careca e de cavanhaque. Estava apenas observando a movimentação, afinal, não tinha muito trabalho para a polícia ali. Estava com minhas amigas ali, mas não parava de secá-lo, enquanto ele nem me notava na multidão. Na minha cabeça, imagina o que poderia fazer com ele e até um pouco aquelas cenas clichês de filme e de pornô barato.

Minhas amigas sugeriam andar, mas eu não queria sair dali. Enquanto circulava o olhar pela multidão do bloco, a presença dele puxava de volta para aquele corpo. De repente, perguntei como quem não quer nada no grupo de amigas se alguém já havia transado com um policial. Apenas uma delas respondeu que sim. Então perguntei se tinha transado com ele de uniforme ou na viatura, mas ela negou. Continuei imaginando tudo que podia com aquele gostoso. Certa hora, minhas amigas resolveram circular pelo bloco. Pedi para esperarem, comprei duas Skol Beats e as bebi rapidamente. Quando quiseram andar, disse que tinha visto uma amiga e que iria falar com ela e que depois as encontraria.

Que nada!

Esperei elas saírem e fui andando e planejando na minha cabeça o que faria para abordar o policial. Já estava tudo em mente quando cheguei na frente, mas na hora tudo foi diferente.

- Gostei da fantasia. Parece muito real.

- Não é fantasia – disse ele enquanto eu lia seu nome no uniforme: “Rodrigues”, sangue B+.

- Ata. E a minha fantasia? – perguntei.

- Qual? – disse ele sem entender me olhando de cima abaixo vendo que eu estava apenas de biquini na parte de cima e saia.

- Você – emendei imediatamente.

- Que? – respondeu ele olhando meio sem graça para o companheiro que estava com ele.

- Você é minha fantasia – insisti passando a mão nos seus braços.

Nessa hora, ele riu com cara de safado pra mim. Olho para o parceiro e dele e fez um sinal com a cabeça. Ele se afastou um pouco.

- Não posso fazer nada aqui – falou Rodrigues pegando no meu queixo e falando no meu ouvido.

- Me leva pra onde você quiser – respondi chegando meu corpo próximo ao dele e passando levemente a mão no seu pau.

- Entra no carro então – mandou ele já indo dar a volta para assumir o volante e sinalizando com os dedos para seu companheiro.

Assim que ele entrou no carro, já fui pra cima dando-lhe um beijão. Ele cedeu meu beijo, mas rapidamente parou, me afastando.

- Não posso fazer nada assim aqui na rua – disse ele.

- E pra onde vai me levar? – perguntei.

- Tem um lugarzinho pra gente aqui perto.

- Então tá bom – respondi sorrindo com cara de safada e já botando a mão no pau dele. Isso pode né? – perguntei.

Ele nem respondeu, só me olhou rindo e ligou o carro para partirmos.

Comecei a massagear o pau dele e fui sentindo ele ficando duro na minha mão. Ao mesmo tempo, fui abrindo minhas pernas e passando a mão na minha buceta que já estava salivando por aquele homem. Continuei a apertar seu pau até que tirei minha calcinha e joguei em cima dele. Ele desviou o olhar para minha buceta e a viu molhadinha enquanto eu passava a mão nela.

- Ela quer você – disse aproximando meus dedos de seu rosto para que pudesse sentir o cheiro da minha buceta.

Então, ele pegou minha mão e chupou firmemente meus dedos. Peguei a mão dele e fiz o mesmo, passando seus dedos pelas minhas pernas até chegarem à minha buceta. O caminho era curto, mas por causa das ruas fechadas, trânsito de carnaval, transeuntes que circulavam, demoramos 10 minutos. Ele subiu um canteiro e parou ao lado de uma cabine da polícia.

- Chegamos – disse ele tirando o cinto e desligando o carro.

- Calma – disse antes que ele saísse do carro – quero te chupar aqui.

- Não podemos dar mole, mas pode me dar uma chupada – respondeu já tirando as calças.

O pau dele soltou pra fora muito duro. Ri com uma cara de safada para ele e já desci para devorar aquela piroca dura. Ela estava quente. Abocanhei ela toda inicialmente e fui tirando-a da minha boca bem lentamente. Chupei maciamente a cabeça, passando a língua. Ele segurou meu cabelo e começou a passar a mão pelas minhas coxas. Sua pegada era firme. Sua mão era grossa e dura. Comecei a salivar bastante em seu pau, deixando bem molhado. Já começava a ouvir sua respiração acelerar enquanto eu chupava cada vez mais rápido aquele pau gostoso. De repente, ele me puxou pelo cabelo, me beijou e mandou entrarmos. Limpei a boca e comecei a rir. Ele ajeitou as calças. Eu arrumei a saia. E saímos do carro.

Ele abriu a cabine e entramos nela. Era pequena, tinha apenas quatro janelas, duas cadeiras e uma mesa. Rodrigues abaixou as persianas e já me pegou no colo levantando minha sala. Me beijou com vontade enquanto me carregava até a mesa. Me colocou sentada. E me beijou. Seu beijo era tão firme quanto sua pegada. Seus lábios eram carnudos e eu não perdia a oportunidade de mordê-los nos beijos. Ele me pegou pelo queijo firme e deu um beijo, tirando meu biquini. Botou meus peitos para fora e abaixou para chupá-los com vontade. Eu passava a mão em sua cabeça conduzindo-o pelos meus peitos.

Rodrigues, então, se ajoelho, com suas mãos em meu peito me empurrou para atrás para que me reclinasse na mesa e abriu bem minhas pernas. Passou dois dedos na minha buceta, sentindo-a completamente encharcada. Ele não hesitou e caiu de boca nela. Segurava firme minhas coxas e dava linguadas longas e densas. Eu suspirava de tesão enquanto acariciava meus peitos e brincava com meus mamilos. Ele ia de cima a baixo com sua língua, por toda minha buceta em movimentos lentos que às vezes terminavam em beijos. Aos poucos, os movimentos desciam mais até que chegou no meu cu. Rodrigues lambeu e chupou meu cu por alguns instantes enquanto passava a mão na minha buceta. Depois, voltou pra ela num ritmo mais rápido. Eu estava morrendo de vontade de sentir aquela piroca de novo e meus gemidos já estavam mais altos. Então, me ergui, o afastei pela cabeça e puxei para cima pela gola da camisa. Fui abrindo a calça dele pedindo pra ele me comer. Ele abriu a camisa e pude ver o peitoral musculo. Não resisti e chupei os peitos dele enquanto arranhava suas costas. Ele pressionava pegando pelo meu cabelo curtindo meus peitos pelo seu tronco. Puxei Rodrigues pelo pau e botei dentro da minha buceta que estava implorando por aquela pica. Com cara de safada, olhei nos olhos e depois de um gemido alto após sentir o pau dele entrando pela primeira vez em mim, pedi: “Me fode, caralho”.

Ele me pegou com vontade pelo rosto e me beijou. Terminei o beijo com uma longa mordida em seus lábios enquanto ele me comia bem fundo. Me reclinei para trás, encostando na parede e abrindo bem as pernas. “Me come toda, porra”, repeti. Ele entendeu o sinal e começou a me comer forte segurando pela cintura. Tudo ali me excitava. Um policial gostoso pra caralho, aquele ambiente todo fechado com um calor que fazia nossos corpos transpirarem de tesão, o barulho da mesa mostrando como ele estava me comendo forte. Ele me comia forte demais. E eu gemia ainda mais alto.

- Bate na minha cara – pedi e ele bateu.

- Gostosa do caralho – disse ele ofegante.

Ele se debruçou sobre o meu corpo, me envolveu com o braço pela nuca e pegou na minha perna. E num instante eu estava no colo dele. Rodrigues sentou-se na cadeira me fazendo quicar no pau dele. E eu não parei. Quiquei forte no pau dele enquanto o beijava. Puxava seu rosto contra meus peitos, e ele os chupava com gosto. Devorava meus peitos enquanto apertava minha bunda. Com leves mordiscadas no meu mamilo, começou a bater na minha bunda.

 Quica, safada. Que delícia essa sentada no meu pau.

Eu gemia e virava a cabeça para trás, estava muito gostoso e eu estava quase lá. Ele segurou na minha bunda com as duas mãos e me auxiliou enquanto eu ditava o ritmo da sentada. Meus gemidos viraram gritos. Nosso corpo estava grudado e suado, sentindo nossos corpos quentes enquanto deslizada naquela piroca. Eu gemia, deslizava. Eu ia gozar. Eu gozei. Lentamente fui diminuindo a velocidade dos movimentos enquanto rebolava em seu pau. Ele beijava meu pescoço e segurava meu cabelo pela nuca.

O beijei firme, aproveitando para mais uma vez morder aqueles lábios deliciosos.

- Quero que você goze em mim – falei.

- Fica de quatro – ordenou ele.

Me pegou de jeito, me virou de costas e me botou debruçada na mesa. Eu estava toda aberta, entregue para ele. Com a bunda empinada. Ele se ajoelhou e lambeu meu cu por alguns instantes. Ergueu-se novamente e deu um belo tapa na minha bunda. Enfiou seu pau na minha buceta. E me fodeu muito, Meteu forte em mim pegando gostoso na minha cintura. Eu só conseguia gemer de tão gostoso que estava. Ele me provocava. Me chamava de gostosa, safada, piranha. Ele me comeu assim por alguns minutos até que anunciou que ia gozar. Me pegou pelo cabelo, me fez ajoelhar. Eu queria sentir aquele gozo na minha boca. Rodrigues segurou no meu cabelo e gozou na minha boca os dois primeiros jatos. Aquela porra quentinha estava deliciosa. Peguei o pau dele e direcionei para meus peitos, onde ele gozou mais. Esfreguei aquele gozo pelos meus peitos enquanto ele urrava de prazer e cansaço com a respiração ofegante. Me deliciei com aquela pica até a última gota e até ficar mole.

Aos poucos, fui subindo deslizando até beijá-lo. Ele pressionou meu corpo contra o dele e me beijou firme. Depois, me ofereceu papel e água para me limpar e matar minha sede. Ficamos por uns cinco minutos ofegantes respirando até que ele me perguntou.

- Qual seu nome mesmo? – falou com um riso constrangido.

- Raquel – respondi rindo.

Rodrigues disse que precisava voltar. Me ofereceu carona de volta. Batemos um rápido papo na viatura. Quando chegamos onde ele me pegou, fui saindo do carro.

- Ei, você esqueceu sua calcinha aqui – alertou ele.

Dei a volta no carro e disse no ouvido dele – pode ficar, é presente – emendando numa mordiscada com beijo na orelha dele.

Fui me afastando enquanto tinha certeza que ele secava minha bunda com o olhar até eu me perder na multidão. E essa foi a minha fantasia no Carnaval...

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