Amizade antiga

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Contos Eróticos

Amizade antiga

Eu e Flávio somos amigos há pelo menos uns 15 anos. Ele é dez anos mais novo e o conheci através de um primo. Acabamos virando amigos e estamos ai até hoje.

Flávio nunca deu sorte em seus relacionamentos. O primeiro casamento dele acabou quando a sua esposa naquela época o deixou por causa de uma amiga do trabalho. A segunda, uma loirinha, deu pro bairro inteiro e apesar de todos falarem sobre isso, ele custou a acreditar e se separar.

Quando ele se separou dela, começamos a malhar juntos numa academia aqui do nosso bairro e lá, claro, estava repleto de mulheres lindas, algumas casadas, outras solteiras, mas o que não faltava era mulher bonita.

A gente malhava de segunda a sexta e acabamos fazendo amizade com as meninas da recepção. Uma delas até chegou a se insinuar pro Flávio, mas não rolou nada. O tempo passou e conhecemos a Elizabeth, uma mulher linda, negra, parecia uma boneca, gostosa, viciada em academia, recém separada, mãe de um menino de 10 anos.

Elizabeth se identificou rapidamente com a gente, mas com o Flávio era diferente, rolou uma química entre eles e a academia inteira se mobilizou pra que eles se aproximassem cada vez mais, afinal de contas, havia mais de um ano que meu amigo não pegava nem gripe.

Foi num churrasco da academia que eles se aproximaram mais e acabaram ficando juntos. A galera vibrou como um gol em copa do mundo quando rolou o primeiro beijo do mais novo casal. O problema é que Flávio é do tipo devagar e Elizabeth é ligada nos 220w.

Logo eles assumiram um namoro, as famílias se conheceram, todos se amaram e a coisa foi ficando séria. Eu já conhecia a família de Flávio a anos e nós já éramos praticamentes da família um do outro.

Ele e Elizabeth se davam bem demais, a gente fazia muita coisa junto e um dia ela criou um grupo no Whatsapp e colocou o nome de Trisal. Na hora eu achei engraçado, mas um amigo meu achou estranho quando eu mencionei que tínhamos um grupo com esse nome.

 - Essa mulher quer te dar.

Achei loucura da parte dele, pois o casal estava cada vez mais junto, a cumplicidade entre eles era perceptível e todo mundo estava feliz com esta situação.

Até que um final de semana a coisa toda mudou. Fomos para Pedra Azul em pleno inverno. Os dois conseguiram uma casa lá e o combinado era passar um feriado prolongado. Elizabeth havia convidado uma amiga dela para ir com a gente, mas em cima da hora a menina furou e então resolvemos subir os três.

Cada um levou uma quantidade razoável de vinhos e queijos. Com o frio que faz lá em cima, cerveja não seria uma boa opção. Quando chegamos na casa, descobrimos que apesar de grande, tinha apenas três quartos e uma sala enorme com lareira. A suíte máster ficou pro casal e eu iria dormi em outra suíte.

O problema era o frio. Diante da lareira tomando vinho, estava fácil administrar, mas quando fomos dormir, Deus do céu, com dois edredons eu ainda sentia frio. A gente ria conversando sobre isso no grupo do Whatsapp, eles reclamavam do frio de lá e eu de cá, mas sempre de bom humor.

No meio da brincadeira, Elisabeth disse que o ideal era dormimos os três na mesma cama. Eu fiquei em silêncio, Flávio riu e ela continuou insistindo... Até que ele entrou no clima e disse que seria uma boa opção, desde que eu levasse os dois edredons que eu tinha pra somar com os deles.

Não levando muito a sério, mas querendo que aquilo virasse verdade, eu disse que toparia se eles fossem pro meu quarto.

Minutos depois a porta se abriu, eles traziam seus travesseiros, os edredons e riam como duas crianças prestes a cometerem uma tremenda da bagunça.

Eu não sabia se ria ou se prestava atenção em Elizabeth. Baixinha, 1,60 de altura, toda tonificada, seios lindos, olhos cor de mel, uma cara de sapeca e usando uma camisola de seda preta, curtinha e um par de meias que ia até o joelho. Estava simplesmente linda, eu acho que eles até perceberam pois não tinha como disfarçar.

Flávio disse que não iria dormir no meio, Elizabeth disse que ela ficaria no meio, assim não correria o risco de acordar a noite e nos encontrar dormindo de conchinha. Rimos da situação e ela se jogou na cama, Flávio deitou de um lado e eu do outro. Todo mundo debaixo da mesma coberta, parecia um ninho de gato e de fato o frio deu uma amenizada.

O problema começou quando não consegui pegar no sono, rolando na cama a noite inteira, a cada mexida que eu dava, encostava ou esbarrava na Elizabeth.

A coisa começou a ficar mais estranha quando eles começaram a se beijar, pelos movimentos dela, dava para perceber que estava rolando uma punheta ali do meu lado, enquanto a sua deliciosa bunda estava a centímetros do meu pau que já estava prestes a explodir dentro da bermuda. 

Elizabeth e Flávio estavam se beijando, o clima estava ficando quente e ela se virou de bunda pra ele. Eu sabia que ele iria comê-la por trás, ela me olhava fixamente, tentava disfarçar enquanto seu namorado lhe comia por trás. 

Quando o pau entrou, ela fechou os olhos, eu continuei ali, olhando, sentido o movimento lento dos dois que tentavam ser discretos. Dei um sorriso bem safado como quem quisesse dizer que sabia o que estava rolando. Dai e diante ela não disfarçou mais, acho que a situação estava dando tanto tesão que quando ela gozou sua mão apertou meu braço com força e um leve gemido escapou. Flávio continuou metendo e ao pressentir que iria gozar, acelerou os movimentos e sequer se preocupou com a minha presença, gemeu também anunciando que havia enchido a buceta da namorada de porra.  Assim que ele gozou, os movimentos pararam, mas Elizabeth continuou de frente para mim e nós ficamos nos encarando, um desafiando o outro. Flávio, virou para o lado oposto da cama e adormeceu, nos deixando ali, à sós, com uma onda de energia correndo solta.

Eu podia sentir o cheiro de sexo debaixo do cobertor, sentia também o calor vindo do corpo de Elizabeth,  que estava ali ainda me desafiando com um olhar provocativo. Resolvi por mais lenha nessa fogueira e ao me ajeitar na cama, cheguei mais perto, ela entendeu e fez a mesma coisa e nossas pernas se tocaram.

Nossos olhos não desviavam um do outro, ela mordia os lábios e eu fazia a mesma coisa, ela se mexia e se aproximava de mim, eu seguia seus passos e com isso nossos corpos estavam tão próximos que ao se mexer, sua mão tocou de leve meu pau que chegava a doer de tesão.

Não sei o que deu em Elizabeth que a fez segurar meu pau por cima do tecido, fechei os olhos, ela continuou, mexia e apertava meu pau. Não resisti e puxei a bermuda, ela segurou com força e começou a me masturbar com o seu namorado e meu melhor amigo ali do lado. Ficou indo e vindo, eu estava em transe, um tesão tomou conta de mim e a única coisa que eu pensava era em não fazer barulho.

Não aguentei e levei minha mão entre suas pernas. Sua buceta estava melada de porra, sensível e com poucas mexidas Elizabeth gozou no meu dedo e eu disse para que ela não parasse, pois eu seria o próximo a gozar.

Foi ai que ela parou, olhou pra mim sorrindo e chupou meus dedos melados com a porra do seu namorado.

Goza pra mim...

- Como?

Elizabeth se virou de costas bem lentamente, pegou meu pau, colocou na sua buceta e em seguida abraçou o namorado. Senti meu pau entrando naquela buceta melada de porra foi uma sensação incrível, saber que o cara estava ali do lado me deixava tão excitado que com dois minutos de estocada, Elizabeth estava gozando no meu pau e eu enchendo a sua buceta de porra.

Depois disso acabamos dormindo, Elizabeth agarrada em Flávio, com a bunda melada de porra virada pro meu lado e o pau dentro.

No dia seguinte acordei às seis da manhã, tomei um banho, sumi com a minha cueca melada de porra e corri até a padaria mais próxima pra comprar pão. Voltei, fiz o café e sentei na sala lendo jornal.

Por volta das sete e meia eles acordaram, foram até a cozinha me dar bom dia e para a minha surpresa,

Elizabeth me deu um selinho na frente de Flávio que apenas me lembrou que a noite havia sido animada.

- Hoje a noite eu quero mais. Adorei dormir com vocês dois.

Flávio riu, e nosso feriado foi regado a sexo, queijos e vinhos.

Foto capa: @wefeast.life

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