Colegas no Crossfit

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Contos Eróticos

Colegas no Crossfit

Depois de 29 anos vivendo na cidade em que nasci, arranjei um emprego na empresa que sempre sonhei, mas teria que me mudar pra São Paulo. Obviamente fiz minhas malas e fui para o novo desafio. Chegando lá, era hora de começar a construir minha nova vida e rotina. Um mês já na capital paulista, tinha que escolher minha nova academia para voltar a me exercitar. Como tudo estava sendo novo, resolvi experimentar o crossfit. Tinha um a três quadras da minha nova casa e me inscrevi lá. 

No meu terceiro dia, reparei um cara alto, 1,87m, bonito, sem barba, musculoso, tinha um belo peitoral. Mas não foi só o belo rosto e corpo que me chamou atenção. Eu o conhecia de algum lugar. Mas não sabia de onde era. Tudo bem. Eu ia sempre no mesmo horário. Mas nem sempre ele estava lá. Depois de duas semanas, ele estava conversando com duas pessoas quando eu passei e ouvi alguém falar o nome dele: Alef. Bom, não é um nome comum. E rapidamente me fez pensar: “Será que esse é o Alef que se formou comigo no ensino médio?”. Fiquei com aquilo na cabeça. Quando cheguei em casa, procurei no Instagram Alef, mas apareceram muitos perfis. Comecei a percorrer as contas de quem estudou comigo no ensino médio para ver se alguém o tinha como seguidor.

Bang!

Achei. Era ele mesmo. Como estava diferente. No colégio era magrelo, tinha um cabelo longo, era até uma gracinha, mas nada perto do que ele virou. Wow! Vendo o perfil dele, descobri que era médico. Provavelmente por isso ele não devia ir ao treino sempre no mesmo horário. Fiquei algum tempo olhando suas fotos e não dava pra negar que fiquei excitada. A partir dali, ir para o cross não era mais a mesma coisa. Todo dia de manhã rolava aquela pequena apreensão: “Será que ele estará hoje?”. Conforme a gente treinava no mesmo horário, mais eu desejava aquele corpo. Eu o via fazendo os exercícios, todo aquele vigor e só imaginava o furacão que ele seria na cama. Nos treinos, eu ficava toda molhada e não era só de suor. Eu o secava de cima a baixo. 

Precisava dar um jeito de começar o contato com ele, pois estava desejando aquele corpo. De tanto visitar o perfil dele, eu acabava visualizando os stories. Provavelmente ele viu que eu assistia aos posts dele e começou a me seguir. Meu coração deu uma pequena acelerada. Segui de volta, mas não tive coragem de sair puxando papo. Na semana seguinte, quando nos cruzamos no treino, foi diferente. Ele havia me notado. E não dava mais pra eu ficar secando como fazia. Bom, mas parece que ele também estava com outras intenções. Uma hora, enquanto andava para pegar minha garrafa d’água, reparei que ele me acompanhava com o olhar. Desacelerei o passo para que ele pudesse admirar melhor.

Depois disso, não nos cruzamos mais durante a semana. No fim de semana, fui ao Rio visitar amigos e família. Aproveitei, claro, para pegar uma praia. Fiz um post de biquini e ele respondeu: “Corpão! Onde você malha? Quero ficar assim”. 

- Iih, é em São Paulo. Num crossfit – respondi enviando o endereço – vamos lá treinar comigo.

- É óbvio que eu vou. Te vejo lá segunda? – disse ele.

Wow. Ele foi bem incisivo. Isso era um convite? Seria um date no crossfit? Ele me queria?

- Sim. Estou lá todo dia às 7h30. E eu te vejo lá? – perguntei.

- Eu vou – confirmou Alef.

Acho que nem preciso falar como foi meu domingo à noite né? Não sabia o que esperar da segunda de manhã. Sei que fiquei passeando pelo perfil dele e aproveitei para me tocar. Nossa, os braços fortes dele, o peitoral musculoso. Que homem gostoso. 

Finalmente consegui dormir já de madrugada. Acordei e fui me arrumar para academia. Deveria botar uma roupa especial? Eu estava nervosa. Qual seria a chance de rolar algo num crossfit, segunda de manhã? Bom. Tomei um bom banho, botei uma calcinha normal. Nem muito ousada, nem muito de ficar em casa. Mas botei o meu melhor top, que deixava meus peitos bem bonitos e volumosos. 

Cheguei. Ele já estava lá. Não sabia como reagir. Deixei minhas coisas onde sempre deixava. Quando me virei após deixar meus pertences, ele tinha vindo me cumprimentar. Me deu um beijo (o certo são dois) acostumado com os anos fora do Rio. 

- Então é aqui que vou ficar com um corpo assim? – disse ele apertando meus braços.

Nessa hora, reparei que ele tinha mãos grandes, dedos grossos e uma pegada bem boa.

- Estou tentando ficar como você – respondi.

Ele foi para o seu lugar para a atividade. Eu? Resolvi provocar. Fui bem na frente dele. Queria que ele passasse o treino vendo a minha bunda enquanto eu agachava, pulava. Quando possível, eu dava uma espiadinha pra ver se ele estava olhando. E bem...todas as vezes estava. Também não deixava de dar um sorrisinho safado. Numa hora, o professor sugeriu atividade em dupla. Deveríamos ficar na posição de prancha, um de frente para o outro, tocando a mão um do outro. 

- Vamos? – sugeriu ele imediatamente.

Concordei com a cabeça.

Fomos para a posição. Os ombros dele também eram bem musculosos. Nos olhávamos no olho. E agora eu tinha certeza. Ele quer me comer. E eu quero muito que ele me coma. Nos olhávamos no olho. Mas eu também olhava seus braços, olhava seu peitoral. Numa das pausas do exercício, resolvi provocar. Fiquei ajeitando o meu top, obrigando-o a admirar meus peitos. Ele tentou ser discreto, mas eu já tinha sacado.

Voltamos para a posição. Ele resolveu puxar assunto.

- A gente estudou junto né? – perguntou.

- Sim. Achei que não lembrasse de mim.

- É, custei a reconhecê-la. Mas no fim lembrei pelos amigos em comum. Veio para São Paulo a trabalho?

- Sim. Cheguei tem pouco mais de um mês.

- Já conhece as coisas? Está ambientada? 

- Estou conhecendo aos poucos.

- Bom, eu posso te mostrar algumas coisas, se quiser – ofereceu ele.

- Sim, vamos fazer algo. 

Acabou o exercício, e voltamos a fazer as atividades individuais por alguns minutos até que o treino chegou ao fim. Ele foi recolher as coisas dele, e eu as minhas. Quando eu ia saindo da academia, ele me chamou, num tom meio alto e vindo em minha direção num passo acelerado.

- Já está indo para casa? 

- Sim. Eu moro aqui perto. Vou andando. 

- Eu também. Vou só no banheiro e vamos juntos, pode ser?

Concordei e também aproveitei para ir ao banheiro. Quando saí, ele estava me esperando na porta e fomos embora juntos. Ele andava meio colado comigo e às vezes esbarrava sua mão na minha. Batíamos papo sobre amenidades da vida quando viramos na rua e ele segurou minha mão. Gelei. Mas segurei na dele. Ele deu uma segurada e paramos. Me olhou e segurou suavemente no meu queixo. Permiti e o mirei com os olhos.

- Sei que isso é estranho pra uma segunda de manhã, mas não quero esperar mais pra te dar um beijo – disse ele meio nervoso.

Eu apenas ri e mordi meus lábios. Foi o sinal para autorizá-lo. Ele veio até minha boca e me beijou me abraçando com o braço pelo pescoço. Um beijo firme e denso. 

- Estava com muita vontade de fazer isso – disse ele.

- Eu também – respondi antes de beijá-lo novamente.

Eu apertava seu quadril, dando um leve arranhão e pude sentir o pau dele ficando duro encostado em mim. Paramos e seguimos andando. A casa dele era uma rua antes da minha. Chegamos na porta do prédio dele e me perguntou se queria que me levasse até em casa, mas eu disse que não precisava. Ele fez uma cara de desânimo. Dei um selinho nele para me despedir. Ele segurou minha mão, impedindo que me afastasse e me puxou para mais um beijo, esse mais longo.

- Você tem que trabalhar agora? Não quer subir? – perguntou ele.

Eu não estava esperando por isso. Fiquei rapidamente sem reação. 

- Pode ser.

De mãos dadas, entramos no prédio e pegamos o elevador. Ele morava no quinto andar. Aqueles segundos à espera e dentro do elevador foram de tensão e tesão. Sem muito assunto. Segunda-feira, 8h30. Ele estava sem camisa e eu tentava disfarçar enquanto olhava para seus músculos.

Entramos na casa, ele me ofereceu água. Disse que não precisava. Ele deixou as coisas dele em cima da mesa e veio pra cima de mim cheio de vontade. Aqueles braços musculosos, aquela mão com dedos grandes passando pelo meu cabelo e apertando minha cintura. O fogo subiu na hora. Também o abracei e mexi em seus cabelos. Seu pau subiu na hora e pude senti-lo com muito prazer. A pegação ficou intensa rapidamente e pulei no colo dele. Estava pendurada em seu pescoço, sentindo nossos corpos suados se esfregando, enquanto ele me segurava firme pela bunda. Beijei seu pescoço, mordi suas orelhas. Ele me soltou. Tiramos os tênis. E imediatamente ajoelhei na frente arriando de uma vez só cueca e short. 

Se os dedos dele eram grandes e grossos, o pau era ainda melhor. Estava duro demais. Passei a mão pelo seu abdômen, peito e botei ele de primeira, todo na minha boca. Ele soltou um gemido de suspiro de prazer. Comecei a chupá-lo de forma intensa enquanto acariciava seu corpo. Ele me pegava forte pelo cabelo e controlava meu ritmo. Eu estava devorando aquele pau. Tirei meu top e comecei a passar aquela pica no meu peito. Deixei o pau bem babado e molhado pra poder fazer uma espanhola enquanto o olhava nos olhos e o via gemer e respirar ofegante.

Ele me pegou pelo cabelo, me levantou e me levou para o banheiro. Lá, tirou meu short e minha calcinha. Me levantou e me colocou sentada na pia. Ele mamou meus peitos por alguns segundos e aí foi a vez dele de se abaixar. Era hora de se acabar na minha buceta. Ele a devorou. Chupou, lambeu, mordeu. Eu gemia cada vez mais alto me contorcendo e quase deitando na pia. Quando ele enfiou o dedo na minha buceta, quase gozei. Ele me chupou forte e rápido enquanto enfiava dois dedos grossos na minha buceta que estava encharcada. Não demorou muito e gozei muito na boca dele. 

Ele subiu, me beijou com a boca toda molhada da minha buceta. Me pegou novamente no colo, me pôs no chão e começou a me pegar firme. Nossos corpos suados cheios de tesão só faziam meu fogo aumentar.

Entramos no boxe para o banho e a pegação não parava. Ligamos a água e eu comecei a ensaboá-lo. O pus a minha frente e por trás fui passando a mão por todo seu corpo. Enquanto ele sentia meu peito em suas costas, eu batia uma punheta bem molhada e intensa pra ele. Ele conduzia minha mão pelo seu corpo e estava muito excitado.

Depois, foi a vez dele me ensaboar. Começou de frente, ensaboando meus peitos. Depois, me virou de costas contra a parede. Segurou firme no meu cabelo me reclinando para frente e ficou passando aquele pau gostoso entre as minhas nádegas. Estava uma delícia com tudo bem molhado. Abri um pouco as pernas, sinalizando que minha buceta estava doida pela piroca dele. Ele entendeu o recado e meteu bem fundo puxando meu cabelo. Eu estava reclinada com a mão na parede e apertava meu peito enquanto ele enfiava forte na minha buceta. Nem parecia que tínhamos acabado de sair do crossfit. Era muita energia e muito tesão. Ele me comeu demais, parecia uma máquina. Metia em mim de quatro e eu gritava de tesão. Os tapas deixavam minha bunda marcada e cada vez eu pedia mais. 

Ele me puxou pelo cabelo, me fazendo ficar ereta enquanto ele metia em mim e mordia meu pescoço. Me virou para fora do boxe e saímos. Saímos molhados e ele me pegou no colo novamente. Me botou de novo sentada na pia e meteu o pau de novo na minha buceta.

Ele metia forte sem parar nem perder o ritmo. Que disposição. Eu gemia e me contorcia enquanto arranhava suas costas. Começamos a nos encarar com a testa colada enquanto o barulho de nossos corpos só aumentava. Os gemidos estavam sincronizados. Ele me pegava pela cintura e metia forte. Eu o puxava pela bunda. O sorriso nos olhos e boca dos dois mostravam o estado de tesão. 

- Vou gozar de novo – avisei – não para.

- Aah! Vou gozar também. 

Ele seguiu me comendo, eu estava mordendo os lábios. Ele meteu, meteu. Eu gozei. Ele gozou. Quase que juntos. O pau dele estava latejando demais. Puxei o rosto dele contra o meu peito, onde ele repousou a cabeça beijando-os maciamente. Só restava o respiro ofegante e cansado. Aos poucos ele tirou o pau de dentro de mim e fomos afastando o corpo. Desci da pia e fui andando em direção ao boxe quando ele deu um tapa na minha bunda. Sorri com um olhar de safada. 

Entramos para dessa vez apenas tomar um banho, mas foi um banho cheio de carícias.

A partir daí, o crossfit nunca mais foi só na academia.

Autoria : EdnaX

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