Aline, minha conhecida online

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Contos Eróticos

Aline, minha conhecida online

Eu tinha conhecido a Aline online, e a gente tinha ficado apenas uma vez quando a chamei para vir até a minha casa na sexta à noite. Apesar do pouco tempo de contato e de termos nos encontrado apenas uma vez, a sintonia já era grande, e falávamos várias putarias no Whatsapp, sempre um desejando muito o outro. Eram falas e fotos picantes que me deixavam extremamente excitado. Durante a semana, ela me provocou demais. Disse que chegaria com uma surpresa que não me permitiria resistir ao seu belo corpo. Ao longo dos dias tentava imaginar o que seria, mas ao mesmo tempo queria ser surpreendido com o que ela faria. 

Chegou sexta à noite, ela ia lá pra casa, e então preparei a casa para recebê-la. Ela chegaria por volta das 21h e já estava quase na hora. Eu já estava de banho tomado, um short leve e uma camisa branca lisa quando o porteiro interfonou anunciando sua chegada. Autorizei. Enquanto ficava na dúvida se a esperava com a porta aberta ou aguardava o toque da campainha, preferi aguardar. 

Din-don!

Nem olhei no olho mágico. Já abri a porta e...WOW!

Aline estava com um sobretudo aberto e por baixo apenas uma lingerie vermelha me fazendo paralisar enquanto a admirava de cima para baixo.

- Foi aqui que pediram uma gostosa? – perguntou ela com uma voz sedutora emendando num sorriso safado desenhado pelos belos lábios com batom vermelho. 

Parado na porta apenas olhando o corpo dela, Aline deu o primeiro passo para entrar na minha casa, mas não saí da frente. Emendei um abraço envolvendo sua cintura pelo meu braço e dando um bom e longo beijo nela trazendo o corpo dela pra bem perto do meu. Não resisti e já apertei logo sua bela bunda bem forte com as duas mãos. 

Permiti sua entrada e já estava de pau duro querendo comê-la muito.

Ela foi entrando, e eu fui levando-a para mostrar meu quarto para que pudesse deixar sua bolsa. Assim que Aline chegou nele, tirou seu sobretudo aos poucos, deixando-o deslizar pelo seu corpo enquanto caía, ficando apenas de lingerie e bota. Sua bunda carnuda estava maravilhosa naquele fio dental e eu não podia parar de olhá-la.

- Vamos beber? – sugeriu.

Eu mal conseguia pensar. Só conseguia desejá-la. Como estava sexy, gostosa, atraente.

Abrimos um vinho e sentamos no sofá. Estava difícil resistir. E ela era muito provocante. Enquanto conversávamos, ainda na primeira taça, ela mexia no sutiã apenas para atrair meu olhar. Seus olhos e sobrancelha, com traços escuros e fortes, me hipnotizavam. Seus lábios vermelhos e bem desenhados me excitavam. Quando estava ao fim da primeira taça, esticou seu pé e começou a passar pelo meu pau, que rapidamente ficou duro.

- Pega outra taça pra mim? – perguntou me provocando com o olhar e rindo com cara de safada.

Sorri de volta e levantei para pegar. Na volta, ela deve ter percebido meu pau duro marcando a cueca. Eu estava louco para comê-la. Dei a taça a ela. Aline bebeu um gole e antes que eu pudesse pensar, pulou pra cima de mim. 

Ela sentou no meu pau e começou a mexer lentamente enquanto me beijava. Minhas mãos estavam na sua bunda e subiam arranhando suas costas. O beijo era intenso e molhado. Não parava. O rebolado ficava ainda mais intenso conforme tudo esquentava. Aos poucos, os beijos saíram da boca, e ela começou a beijar meu pescoço, minha orelha, emendando em chupadas e mordiscadas que me deixavam arrepiado. Minhas mãos subiram e foram para seus peitos. Eu os apertava com firmeza e lentidão até passar as mãos para as costas e soltar o sutiã. Ela se retraiu para que ele caísse e deslizasse pelos seus braços até tirá-lo. Peguei os peitos com a mão, olhei por alguns segundos e deu uma chupada molhada e forte, terminando numa mordiscada do mamilo. 

Ela suspirou, beijou minha orelha e puxou a minha camisa. Nossos corpos colaram, peito com peito, enquanto eu a abraçava forte, ela mexia no meu cabelo durante o beijo. Meu pau estava muito duro e era possível sentir a fervura da buceta dela. Nos beijávamos muito e parecia que nada podia nos fazer parar. Peguei firme na cintura dela enquanto ela me abraçava e a pus deitada no sofá. Beijei seu pescoço e desci minha mão até chegar na sua buceta, que estava completamente encharcada. Ela esticou sua mão e pegou meu pau por cima do short, mas rapidamente o colocou para fora e começou a me masturbar. 

Eu passava a mão lentamente pela sua buceta em movimentos circulares e longos. Os beijos não eram mais na boca, mas pelo corpo. Minha boca caminhava pelo seu corpo umidificando-o. Eram beijos, lambidas, chupadas, mordiscadas pelo pescoço, orelha, queixo, peitos, barriga. Fui descendo aos poucos até me deitar. Chupei suas coxas enquanto as apertava com meus braços envoltos nelas. Podia sentir pela calcinha sua buceta toda molhada. Ela mexia a cabeça enquanto apertava os próprios peitos com beliscadas nos mamilos. Então, tirei sua calcinha e passei a mão para sentir sua buceta molhada. Olhei nos olhos dela quando Aline fez que sim com a cabeça, como quem implorasse que eu caísse de boca na buceta dela. 

Fiz o que ela mandou com os olhos. Dei uma primeira lambida de baixo pra cima bem lenta e intensa e comecei a chupá-la. Acompanhava seu ritmo e reação enquanto apertava suas pernas e cintura. Os movimentos longos passando por toda buceta foram encurtando conforme ela pedia e reagia. Sua respiração era ofegante, e os gemidos surgiam cada vez mais intensos. Abri bem sua buceta com as mãos e a devorei. Chupava com muita vontade enquanto ela me conduzia e pressionava minha cabeça. 

- Ai que delícia! Não para. Me chupa, seu safado – ela gemia.

Eu chupava, acelerava o ritmo e focava no seu clitóris. Ela pressionava minha cabeça e chupava seu próprio dedo e passava pelo seu peito. Aline estava muito excitada e gemia cada vez mais alto.

- Isso! Aí! Aah! Aah! Isso! Me chupa, caralho! – falou ela antes de relaxar e gozar.

Eu subi lentamente beijando suas coxas, barriga, perdi um tempo em seus peitos até chegar à boca dela. 

- Que buceta gostosa – falei antes de beijá-la.

Ela retribuiu o beijo, mas rapidamente me empurrou, tirou meu short e começou a me mamar. Eu relaxei e soltei suspiros de prazer enquanto a via devorar meu pau. Seu boquete era intenso, molhado e certeiro. Sabia explorar tudo. Ela chupou meu pau e o deixou todo molhado antes de partir para o meu saco. Ela chupava uma bola, chupava outra e batia uma punheta gostosa pra mim no meu pau lubrificado pela sua saliva. 

Aos poucos, ela foi descendo, explorando o períneo e me olhando como quem espera consentimento. Estava tudo muito bom e dei o sinal de permissão deslizando um pouco pelo sofá e abrindo bem as pernas. Deu pra ver nos olhos dela o tesão. Ela continuava batendo pra mim quando começou a chupar meu cu. Ela sabia o que estava fazendo. Lambidas e chupadas certeiras no ritmo da punheta me deixaram extremamente excitado. Ela caiu de boca com tudo. Deixou minha piroca latejando, quente, querendo explodir. 

Depois, Aline fez o caminho reverso e voltou a chupar meu pau antes de subir pelo meu corpo, chupar meu peito e voltar a minha boca. 

- Me come – disse ela deitando no sofá. 

Fui pra cima dela e a envolvi com meu corpo com o pau dentro da buceta quente e molhada dela. Movimentos lentos iniciais com beijos bem molhados, mordidas no lábio, mexidas no cabelo. O ritmo era forte e fundo. Suas pernas me abraçavam, e ela gemia em meus ouvidos. Nós dois gemíamos baixo enquanto o ritmo aumentava. Suas pernas se abriam e os movimentos de entrada e saída tornaram-se mais longos e o barulho de nossos corpos a cada metida tornaram-se mais altos que nossos gemidos. 

Estava tudo muito bom. Me ergui e abri bem as pernas dela. Ela segurava seus peitos. Comecei a meter forte e rápido nela.

- Gostosa do caralho! Que vontade que eu estava de te comer.

- Me fode. Me fode porra.

- Eu vou te comer muito.

- Então me come!!!!

Sua cara de safada me provocando me deixava ainda mais excitado. Peguei forte no rosto dela pelo queixo enquanto a comia. Ela pegou minha mão e começou a chupar meu dedo. 

- Me come. Quero você gozando na minha boca – disse após tirar meu dedo da boca. 

Aos poucos me debrucei sobre ela lentamente, apenas movimentando o quadril e pedi para que ficasse por cima. 

Me sentei no sofá, e ela veio com tudo. Já começou rebolando num ritmo forte pegando no meu pescoço. Inclinou seu corpo e cabeça para trás enquanto revirava os olhos e gemia. Eu a ajudava no movimento com minhas mãos em sua cintura. Ela rebolava bem demais. Seus lindos peitos balançavam e eu tentava alcançá-los com a boca. Aline então se ergueu novamente e começou a quicar. Seus gemidos acompanhavam o ritmo da sentada. Eu gemia de prazer também no mesmo ritmo. A sintonia era evidente. Nossos corpos já estavam molhados. De suor e de prazer. Eu batia na sua bunda, e ela pedia mais.

- Me bate, gostoso.

- Vai, quica, sua cachorra. Senta no meu pau.

- Me bate que eu vou gozar.

Eu obedeci. Aline gemia bem alto e quicava forte quando gozou e me abraçou forte, parando subitamente o movimento. Eu a abracei de volta, apertando contra meu corpo. O latejar do meu pau dentro dela a fazia se mexer.

- Goza pra mim – pediu ela.

Pedi para que ficasse de quatro. Ela saiu de cima de mim, se ajoelhou no sofá e empinou bem a bunda, virando a cara para trás com um olhar bem safado. Eu estava com meu pau explodindo de tesão. Ao ver aquela bunda maravilhosa e toda aberta pra mim, não hesitei. Me abaixei um pouco e dei alguns beijos e mordidas, seguidos de tapas fortes. 

Me pus de pé e meti meu pau nela. Ela não parava de me olhar e me provocar. Seus belos cabelos pretos estavam sobre suas costas. Comecei num ritmo lento, botando e tirando todo meu pau de dentro dela. Aline me provocava com as palavras. Pedia pra eu foder ela. Eu não aguentei e acelerei o ritmo. A comia forte. O barulho do encontro dos nossos corpos era alto. O gemido dela era alto. O meu gemido era alto. Eu não aguentei por muito tempo e avisei que ia gozar.

Tirei meu pau de dentro dela. Ela rapidamente se virou e se ajoelhou no sofá. Não hesitou em pegar meu pau e botar todo na boca. Gozei muito dentro da boca dela, que continuou a chupar meu pau como quem quisesse tirar até a última gota. Eu me contraía e gemia de prazer enquanto ela continuava a apreciar meu pau. Aos poucos ela foi lambendo e parando. 

Aline subiu e me deu um belo e longo beijo.

- Você é maravilhosa – disse.

- Você também é

E então fomos para o banho.

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